
Recebi com profunda consternação a notícia do falecimento da agente socioeducativa e técnica de enfermagem Morgana Vieira Monteiro, 45 anos, que teve sua vida interrompida de forma brutal, vítima de um feminicídio que abalou todo o Tocantins.
É impossível não se sensibilizar diante de uma tragédia que ceifou a vida de uma mulher de forma tão violenta, deixando um vazio irreparável na família, nos amigos e em todos que tiveram a oportunidade de conhecer sua dedicação ao próximo. Morgana partiu cedo demais, deixando dois filhos, familiares e tantas pessoas marcadas por sua presença.
Neste momento de imensa dor, manifesto minha solidariedade aos seus filhos, aos demais familiares e amigos, em nome da vice-prefeita de Tocantínia, Jordana Monteiro, sua irmã, para que Deus conceda força, consolo e esperança para enfrentar uma perda tão dolorosa. Meus mais sinceros sentimentos.
Deputado Amélio Cayres
Presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins
SOBRE O CASO
Morgana Vieira Monteiro, de 45 anos, foi assassinada em casa, na quadra 1.503 Sul. O suspeito é o ex-marido Lelito Tavares Barbosa, que morreu horas depois em confronto com a Polícia Militar. Conforme apurado pela TV Anhanguera, testemunhas que tentaram ajudar a vítima disseram que ela chegou a se trancar no banheiro para tentar evitar as agressões.
O crime aconteceu na noite desta segunda-feira (27), em Palmas. Morgana era enfermeira assistencialista na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Porto Nacional e deixa duas filhas. O velório da enfermeira será realizado na Feira Municipal Moacir Sotero, em Tocantínia.
Na manhã desta terça-feira (28), em entrevista por telefone à reportagem, o tenente-coronel da PM, Gustavo Bolentini, informou que o ex-marido invadiu a casa da vítima e os vizinhos acionaram a polícia.
Após o crime, o suspeito fugiu portando uma pistola. Policiais militares cercaram a região e iniciaram as buscas com apoio do Batalhão de Polícia de Choque, Grupo de Operações com Cães (GOC) e Batalhão de Operações Especiais.
Lelito foi localizado após cerca de quatro horas de buscas em uma mata na 1.503 Sul.

“O cão do GOC conseguiu farejar o local de entrada e levou as equipes até onde ele estava escondido. O cão chegou primeiro, ele [o suspeito] efetuou alguns disparos inicialmente contra o cão e depois contra as equipes. As equipes revidaram e ele foi atingido. Foi chamado o socorro, mas ele acabou falecendo no local”, explicou o tenente-coronel da PM.
Fonte: G1 Tocantins








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